Diferenças existem: Mas podemos viver com elas


Folder de combate a Homofobia

Partindo da premissa que o homossexualismo não é uma opção. È uma orientação. A partir daí é possível discutir o assunto, afinal de contas fazemos opções de cores, corte de cabelo, profissão e de uma infinidade de coisas, a orientação nasce com o agente.

A homossexualidade não é doença. Se assim fosse, a ciência já teria encontrado uma solução, para isso. Homossexualidade é uma forma de vida, uma forma de ser. E nem pode ser apresentado como influência. Não são amigos ou a criação que vão determinar a homossexualidade de uma pessoal.

Ela aflora espontaneamente!  Na hora e no tempo certo de cada um.

Não adianta sufocar, esconder ou abdicar desse sentimento, para satisfazer os outros. As seqüelas são inevitáveis, casos de agressividade, de problemas psicológicos e outros distúrbios podem se manifestar.

À medida que a pessoa se descobrir homossexual, e ACEITA e dá uma ‘grito de independência’ agente passa a viver muito e melhor, sem algemas, sem peso, sem culpa…

A partir daí podemos conhecer os significados. As letras LGBT, por exemplo: A começar pó gênero: Homem e mulher são produtos da realidade social e não da decorrência anatômica. Sexo biológico são características fisiológicas que distinguem macho e fêmea.

B= Bissexualidade: A bissexualidade como o nome já sugere, é a pessoa que se relaciona emocionalmente e sexualmente com pessoa dos dois sexos.

 L = Lésbicas: A mulher que é atraída afetivamente e/ou sexualmente por pessoas do mesmo sexo. Não precisa ter tido necessariamente experiências sexuais com outras mulheres, para se sentirem lésbicas. Pode ser simplesmente uma atração emocional.

G= Gay: O homem que sente atração sexual e emocional por outros homens, assim como o caso acima, não se faz necessária outras experiências.

T= Travestir/transexual: Pessoa que nasce do sexo feminino ou masculino, mas que tem sua identidade de gênero, oposta a seu sexo biológico, assumindo papeis de gênero diferente daquele imposto pela sociedade.  As travestis, não desejam realizar a cirurgia de redesignição sexual (mudança de órgão genital). No entanto a transexual sim. Ela repudia o órgão sexual com o qual nasceu.

Diante do exposto torna-se necessário que a população brasileira, comece a respeitar as diferenças e a desconstruir certos conceitos que foram construídos ao longo de muitos e muitos anos, de uma idéia equivocada.

A insistência desse preconceito, a permanência desses conceitos, gera diversas dificuldades para o individuo. Uma vez que a família não acolhe, e a escola se mantém omissa sobre o assunto, os problemas tendem a aumentar. Pois essas pessoas, além de sofrerem com a rejeição social, eles não são preparadas para o mercado de trabalho (por exemplo), e conseguintemente recorrem em muitos dos casos a marginalidade e/ou a prostituição.

Outro agravante é o fator segurança. Ou melhor, a violência sofrida por essas pessoas.  Com uma formação distorcida da realidade LGBT, a sociedade cria preconceitos, surgem os homofobicos, e como em uma reação em cadeia, vai se espalhando o medo do igual (que é a raiz do significado da palavra. MEDO INRACIONAL AO HOMOSSEXUAIS). Originando violências como, por exemplo, uma simples brincadeira ou até mesmo um crimes com requinte de crueldade.  Mata-se uma homossexual, pelo simples fato de ser homossexual, não precisa de nenhum outro motivo.

         Por Vanildo Bandeira

Fórum LGBT – Pernambuco

vanildobandeira@hotmail.com / 81. 8877.6759

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