Ave Sangria na Praça do Arsenal


O ‘Festival A Letra e a Voz’ chega ao fim neste domingo (29), e promove  o encontro da música com a literatura  convocando o retorno do grupo Ave Sangria, um dos expoentes da cena musical psicodélica pernambucana dos anos 1970, faz uma viagem no tempo com sucessos do álbum 1974. O show acontece na Torre Malakoff , Praça do Arsenal, Recife às 18h, entrada é free.

http://dynamite.terra.com.br/arquivodorock/www/site/exibe_disco.cfm?id=225

“Eles usavam batom, beijavam-se na boca em pleno palco, faziam uma música suja, com letras falando de piratas, moças mortas no cio. E eram muito esquisitos; “frangos”, segundo uns, e uma ameaça às moças donzelas da cidade, conforme outros. Estes “maus elementos” faziam parte do Ave Sangria, ex-Tamarineira Village, banda que escandalizou a Recife de 1974, da mesma forma que os Rolling Stones a Londres de dez anos antes. Com efeito, ela era conhecida como os Stones do Nordeste.”   José Teles

Seu Waldir por pouco não vira mito. Uns diziam que era um senhor que morava em Olinda, pelo qual o vocalista do Ave Sangria apaixonara-se. Outros, que se tratava de um jornalista homônimo. Enfim, acreditava-se que o tal Waldir era um personagem de carne e osso. Marco Polo esclarece a história do personagem “Eu fiz Seu Waldir, no Rio, antes de entrar na banda. Ela foi encomendada por Marília Pera para a trilha da peça A Vida Escrachada de Baby Stomponato, de Bráulio Pedroso, que acabou não aproveitando a música”.

(retirado do blog O Barco Bêbado – http://www.obarcobebado.com)

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